Entre estantes e panelas – o texto

16/09/2009

O texto abaixo foi enviado para o debate de blogs do ciclo Entre estantes e panelas e distribuído ao público que foi assistir ao evento. É uma espécie de autopsicografia (desculpe-me, Fernando Pessoa) bloguística… Meio longo, mas vá lá.

Primeiro, preciso confessar uma coisa: nem gosto tanto assim de alhos, embora já haja gente por aí que me chame dessa forma. Nesta mesa, inclusive.

Pronto, desabafei. Passemos, então, ao mais importante: agradeço ao Carlos Dória, que me convidou e que, diante de minha primeira recusa, sugeriu enviar o texto para ser lido. Grazie tanti, professore!

Vejam: alho cai bem se for usado com parcimônia e, claro, desde que o cozinheiro não deixe soltar o óleo. Se isso acontecer, ele se torna indigesto – e uma pessoa ou um blog com esse apelido também podem provocar indigestão.

Não quero. Criei o blog numa hora de irritação com um restaurante que até já fechou, mas não acho que seja função de blogs gastronômicos espinafrar o que lhes passa pela frente. Questão número um: blog não é instrumento de vingança. Se quer mesmo se vingar, use uma faca. Se não for Ginzu, tanto melhor.

Alhos, Passas e Maçãs nasceu logo depois de um dia dos pais. Fomos comemorar a data numa casa recém-aberta, que havia sido destaque da Veja SP e do Guia do Estado. Foi horrível. Saímos de lá indignados. Cheguei em casa, sentei-me ao computador e sapequei uma carta para os dois periódicos.

A surpresa foi receber, no dia seguinte, telefonemas dos respectivos editores. Sim, meus caros. Tocou o telefone na minha casa e era o Arnaldo Lorençato, pedindo mais detalhes. Desliguei, tocou de novo e era o Ilan Kow, na mesma toada.

Percebi que não só havia vida inteligente na crítica gastronômica paulistana, como também havia honestidade e seriedade numa proporção que tenho dificuldade de localizar na minha distante área de atuação.

O episódio me estimulou a contar casos de idas a restaurantes. Ensaiei um blog no Uol (ainda está lá, com apenas mil acessos), logo abandonei. Um pouco depois, e por motivos que não contarei, retomei, dessa vez no WordPress. Surpreendentemente – e não tenho idéia do motivo – ele começou a receber muitos visitantes por dia.

Disse que não sei o motivo do aumento do número de leitores? Disse. Mas não é totalmente verdade. Tenho um palpite. E ele não se limita ao reconhecimento do óbvio: a gastronomia está na moda – para o bem e para o mal – e o interesse por textos relativos a comidas aumentou sensivelmente nos últimos tempos.

Não endosso a idéia corrente de que os blogs representariam uma alternativa à critica profissional, exposta regularmente nos periódicos. Podemos reclamar de um ou outro crítico, mas temos atualmente, pelo menos aqui em São Paulo, três ou quatro críticos bastante bons. Quando tivemos isso?

Acho que os blogs são mais um espaço de análise, e não apenas outro espaço. Nos blogs, por exemplo, é mais fácil localizar a critica sobre um restaurante do que nos arquivos de um jornal. Vou sair de casa para visitar algum lugar? Passo os olhos num blog. Voltei do jantar, satisfeito ou não? Dou uma olhadinha e cotejo minhas impressões com as expressas no blog x ou y.

Ou seja, há um dialogo do comensal com estes textos – e isso se explicita principalmente no grande número de comentários feitos por leitores.

E este dialogo tem uma característica importante – e minha hipótese do interesse por blogs gastronômicos se baseia nela. Os blogs representam uma diversificação das opiniões. Eles dão mais espaço para o dissenso. E, apesar do Brasil ser um país que tem dificuldades sérias para lidar com o dissenso, a chance de discordar e a oportunidade de contrastar opiniões são características atraentes.

Dou um exemplo. Adoro, absolutamente adoro, quando meus queridos amigos do Bicho – um de meus blogs preferidos – elogiam o Pasquale. Porque eu detesto. Fiz algumas (sim, no plural) das piores refeições de minha vida lá. Mas cada vez que eles elogiam e eu critico, estamos ambos apresentando ao leitor o contraste que a imprensa regular tem dificuldade para oferecer – e, repito, não por incompetência, mas pelos limites normais das edições. A Anna e o Demian podem colocar meia dúzia de posts elogiando o Pasquale; eu posso criticá-lo em outra meia dúzia. Que jornal ou revista poderia comentar diversas vezes um mesmo restaurante? Nenhum, obviamente. Creio que, entre tantos outros motivos, é essa diversidade que motiva a procura dos blogs.

E por que escrevo o blog? Ora, para contar histórias. O que é melhor do que contar ou ouvir histórias? Esta, a questão número dois: só escrevo quando a história é boa. Por exemplo, um dos meus melhores jantares nesse ano foi no dia 21 de julho, no Parigi. Até agora não achei um jeito de relatar. Faz sentido para mim e para minha mulher, que aproveitamos a noite. Se um dia descobrir que pode fazer sentido para outros, conto. Caso contrário, fica guardado no baú das recordações pessoais. Daí a questão três: blog não é espaço de exibicionismo. Para isso existem os shoppings, as colunas sociais e, por que não?, muitos restaurantes.

Sejamos cartesianos: a conclusão é simples. Não concebo um blog – gastronômico ou não – como espaço de opinionismo desvairado, vicio brasileiro que faz com que qualquer tema seja perguntado a qualquer um e, pior, respondido. Caetano Veloso, Kaká ou a Dona Zica, da Mangueira, não são, por exemplo, as melhores pessoas para falar publicamente de política…

No espaço privado, falamos do que queremos e como queremos. Publicamente, responsabilidade e um bom caldo de peixe são fundamentais. Isso implica certas regras de conduta – o nome correto seria ética, mas o termo anda desgastado. E o nome correto desse espaço público e do respeito a ele seria república, mas não vamos complicar as coisas, porque falar em república no Brasil é dissertar sobre algo abstrato.

Pois bem, uma das regras que adoto – e não a principal, embora talvez seja a mais notável – me obriga a lhes pedir desculpas por não ter vindo. Mas é também, creio, o que justifica que, representado, eu esteja aqui. O anonimato.

Aprendi com minha musa Ruth Reichl, cujas perucas até tentei, sem sucesso, imitar. Aprendi comigo mesmo, numa experiência de vida já quase provecta, que me ensinou que sou tímido e a lidar com isso. Aprendi ao olhar como há de fato tratamento diferenciado em muitos restaurantes. E não me refiro a um agrado do chef, que manda uma entrada ou sobremesa. Não há mal nisso. Me refiro a algo que, pensado a seco, é simplesmente mesquinho: você demorar vinte minutos para obter uma garrafa de água enquanto a mesa ao lado é cercada de atenções. Este, diga-se de passagem, não é um exemplo abstrato.

Defender o anonimato pode parecer meio anacrônico tanto tempo depois do Apicius e num momento em que o próprio New York Times o desqualificou duplamente: no presente, ao divulgar nome e foto do novo crítico, e no passado, ao minimizar os esforços de Ruth Reichl e Frank Bruni.

Anonimato relativo, porque não me revelo, mas tampouco me escondo. Está tudo lá no blog. Curiosamente – o que mostra como as pessoas lêem pouco ou não prestam atenção ao que lêem – nem minha família, creiam, sabe do blog. Sem contar que em 80% das visitas vou acompanhado de minha mulher e de minha filha, e crianças em alguns restaurantes paulistanos podem não ser tão raras quanto nos de Nova York, mas não são tão comuns assim.

Sei, por exemplo, que nos identificaram em três restaurantes. Não por acaso, são dos que mais freqüentamos. Dia desses, outro descobre. Paciência. Já disse: peruca não me cai bem. Mas ainda restam milhares de casas por aí. Muitas delas não reparam que seria mais razoável tratar as pessoas com isonomia. Epa, de novo, a expressão adequada é: de forma republicana. Porque comer não é só comer; há todo um entorno, há todo um contexto que envolve o fulano que sai para jantar três vezes por semana e aquele que economiza para uma, só uma, celebração anual. Não é óbvio que ambos merecem o mesmo respeito e tratamento?

Sem contar que em todos esses restaurante em que não sabem quem sou posso entrar com tranqüilidade, pedir um bom prato, comer com prazer e, enquanto isso, conversar com minha mulher e minha filha, meninas tão lindas, cujas opiniões interferem decisivamente nos comentários que escrevo.

Porque, no fim das contas, e mesmo pagando contas altas demais para meus parcos ganhos de assalariado, o blog não é o motivo de irmos a restaurantes. É o efeito de gostarmos de comer bem e de experimentar. Por isso, Alhos, Passas e Maçãs é um blog comilão.

É isso. Agradeço a tolerância de me ouvirem à distância. E nem conto que, enquanto estão aqui, estou comendo um tremendo pato num restaurante bem perto. Não, não sejam vingativos: não torçam por minha indigestão. Nessa casa, o chef sabe o tempo do alho.

E peço novamente desculpas pela ausência. Espero que a tenham compreendido. Dia desses, nos cruzamos num restaurante.


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33 Respostas para “Entre estantes e panelas – o texto”


  1. Alho, acredite em mim: você está se tornando o anônimo mais conhecido da blogosfera gastronômica…

  2. alhos Diz:

    Chère amie,
    queria que as pessoas comessem bem. Just it.
    Bisous!

  3. fernanda corvo fogaça Diz:

    ai que delícia ler um bom texto, assim como comer bem! Parabéns pelo texto e pelo blog.
    bjs
    Fernanda

  4. alhos Diz:

    Obrigado, Fernanda.
    Os textos do Luiz Horta e dos Bichos estão muito bons. Tomara que eles publiquem.
    Beijos!

  5. Adrina Diz:

    Rapaz, que texto fantástico. Eu “viajo” nas descrições que você faz das casas que frequenta e dos pratos que aprecia, mas esse texto me encantou de forma especial. Não só pelo conteúdo, o que é óbvio, mas pela forma como você domina a nossa tão maltratada língua portuguesa, além do bom humor de sobra e da elegância para criticar. Leio há bastante tempo, comento há pouco, mas sou fã de carteirinha. [ ]‘s.

  6. vania Diz:

    Continue nos fazendo feliz!
    Obrigada!

  7. Que Bicho Diz:

    Alhos,

    Sim, te chamamos de Alhos. Sim, sabemos quem você é… e continuaremos te chamando de Alhos.

    Até mesmo quando marcarmos uma massinha no Pasquale – por nossa conta! – e finalmente conseguirmos te explicar, com todas as ressalvas, por que a gente gosta do lugar.

    Claro que você vai ter que retribuir no Picchi – e vai sair no prejuízo!

    Agora falando sério: delícia de texto.

    Abração dos Que Bicho.

  8. marquessandro Diz:

    Alhos, lembrei de vc. Tive uma péssima experiência no Arturito. E o desejo era sair de lá e imediatamente postar alguma coisa a respeito. Dá mesmo para entender sua motivação inicial.

  9. Ricardo Oliveira Diz:

    Alhos , parabéns pelo texto,de fato o blog que comete menos “deslizes crítico”.

    Abraço

  10. alhos Diz:

    Adrina,
    obrigado!
    Durante muito tempo, queria viver de escrever. Hoje consigo parcialmente isso. O problema é que alguns dos textos que mais gosto de escrever atualmente – estes do blog – consomem parte significativa de meus ganhos…
    Brincadeiras de lado, obrigado mesmo.
    Abraços!

    Vania,
    mas que responsabilidade… Posso, pelo menos, servir um foie para facilitar?
    De verdade: muito obrigado. Muito gentil
    Abraços!

    Bicho,
    entenderam agora o motivo de minha preocupação em saber se iriam ao debate?
    Combinado: iremos conversar sobre motivos das preferências e sobre boas massas – a segunda parte só conseguiremos no Picchi… hahaha.
    Obrigadíssimo.
    Abraços!

    Sandro,
    acompanhei o itinerário pelo Twitter, agora cedo.
    Pelo menos eles perceberam, o que já é alguma coisa.
    O melhor, nessas horas, é deixar decantar…
    Abraços!

    Ricardo,
    obrigado.
    Mas o gostoso dos blogs, muitas vezes, é essa oscilação ou deslize…
    Abraços!


  11. Alhos,

    obrigado por publicar o texto. Hoje acordei com a idéia de pedir justamente isso para você, para os Bichos e para o Luiz Horta. Acho que o público que lá não esteve tem o mesmo direito à informação daqueles que estiveram e receberam os textos impressos das três contribuições dos blogueiros “ocultos” da alimentação.
    Muito obrigado e um grande abraço!


  12. [...] eis que os amigos Alhos e Luiz Horta publicaram seus textos e nos deram um empurrãozinho (no caso do Alhos, quase uma [...]

  13. alhos Diz:

    Carlos,
    eu que agradeço o convite.
    Abraços!

  14. Gourmet Blasé Diz:

    Grande Alhos,

    Ser um bom crítico é coisa para poucos. Com seu estilo, conduta e profissionalismo você é o gentleman dos blogueiros, disso não há dúvidas. Parabéns! Espero que um dia você nos brinde com suas palavras em outros veículos, além da blogsfera amadora.

    Seu texto, apesar de grande, possui ótimos pontos de reflexão. Infelizmente o espaço aqui é pequeno para comentários, mas quem sabe eu o faça no meu blog.

    Quanto ao evento “Entre estantes e panelas”, confesso que fiquei MUITO chateado do Julinho, nosso querido JB, não ter participado. O blog dele é um dos mais relevantes, com grande audiência, textos inteligentes, opiniões ácidas, é verdade, mas com uma personalidade única e sem o rabo preso com ninguém. Tenho certeza que ele participaria de corpo presente, num debate do mais alto nível.

    Abraços!

  15. paolanp27 Diz:

    Olá!
    Adorei o seu texto….
    E adoro qdo vc fala q não gosta do Pasquale… pq eu tb não gosto.. ahauhauha

    Abraços!

    http://localdagula.wordpress.com

  16. alhos Diz:

    Gourmet,
    obrigado!
    Creio que o Julio não foi chamado por ser dono de restaurante.
    Leio sempre o blog dele (e o seu também, claro): às vezes, concordo; às vezes, discordo. Essa variedade é que é boa.
    Abraços!

    Paola,
    obrigado!
    E, apesar de tudo, vou lá de vez em quando. No dia que der certo, prometo que comento.
    Abraços!

  17. jb Diz:

    opa!

    tudo bem?

    sabe que tenho vontade de enquadrar sua crítica sobre o antiquarius?

    mesmo! muito bem escrita!

    eu também sempre venho aqui, e concordo na maior parte das vezes!

    quanto à não me convidarem pro debate, tenho outros palpites, mas tudo bem!

    bola pra frente!

    parabéns mais uma vez pelo blog que tá cada vez melhor!

    sucesso pra todos nós!

    abração!

  18. alhos Diz:

    Julinho,
    obrigado.
    Sigamos, então, e continuemos a comer – de preferência com mais sorte.
    Abraços!

  19. Fernando Diz:

    Realmente, que belo texto. Parabéns pelo blog, pelo convite e pela elegância, acima de tudo. (Re)Lendo os textos do já saudoso Saul Galvão encontramos alguns pontos que você deixa claro em sua exposição. Sobre os objetivos e valores de quem escreve sobre comida e sobre os lugares. E principalmente sobre a responsabilidade, pois texto publicados não voltam para o teclado. Não tenha dúvida sobre os motivos que levaram ao convite. Basta acompanhar seu blog. Parabéns.

  20. alhos Diz:

    Fernando,
    obrigadíssimo.
    Muito bonita e tocante a edição do Paladar sobre o Saul Galvão, não é?
    Abraços!

  21. Breno Raigorodsky Diz:

    Minha preguiça ou meu mau humor, minha ansiedade ou minha inveja, um deles ou todos juntos me fizeram jamais entrar em seu blog, convidado ou não, assim como me fizeram passar longe da porta do teatro da Livraria Cultura porque achei que este encontro seria uma troca de experiência que mais caberia num encontro entre publicitários e comunicólogos de todas as cores e idades.
    Seu texto me fez pensar. E como penso muito pouco, agradeço, ao mesmo tempo que peço licença para entrar no Alhos outras tantas vezes.

  22. alhos Diz:

    Breno,
    tudo bem?
    Pode entrar sem pedir licença, ora, ora.
    E se for de bom humor, tanto melhor!
    Brincadeiras de lado, o espaço dos blogs – no plural – é mais importante do que o deste blog ou daquele. Assim, as discussões (no bom sentido) crescem.
    Abraços!

  23. manuela Diz:

    parabens pelo texto e pelo blog
    acho que temos alguns criticos honestos , mas poucos preparados, a critica gastronomica adora relacionar gastronomia e arte, então tem que estar no nivel da critica de arte
    faculdade de jornalismo e gosto por restaurante não transforma ninguem em critico
    criticos de arte: ferreira gular,agnaldo farias,rodrigo naves,antonio gonçalves filho etc
    ou para de tratar chef como artista e não cozinheiro , ou melhora o nivel da critica

  24. Ricardo Reno Diz:

    Olá Comilão, tudo bem?

    Um texto no ponto, temperado corretamente. Muito bacana sua conciliação de duas paixões: a de comer e escrever.

    Chamfort escreveu que: “As paixões fazem o homem viver, a sabedoria o faz apenas durar”.

    Grande abraço

  25. alhos Diz:

    Manuela,
    tudo bem?
    Obrigado.
    Confesso que, nessa discussão, eu paro antes: na dúvida sobre o conceito de arte que pode ser empregado hoje.
    Abraços!

    Ricardo,
    tudo bem?
    Obrigado.
    Escrever e comer, combinados, é bom mesmo. Desde que não simultaneamente, é claro.
    Abraços!

  26. kaki Diz:

    Alhos,
    impressionante a polemica que vc gera( com seu anonimato) e gerou ao se ausentar do debate.
    Opiniões válidas ou não,continue!

  27. alhos Diz:

    Kaki,
    tudo bem?
    Pois é, me surpreendeu bastante que justamente minha ausência tenha provocado tal polêmica.
    Sobretudo porque, ao contrário da imensa maioria dos brasileiros, sou avesso a polêmicas e acho que, na maioria das vezes, elas são absolutamente inócuas.
    Uma pena que as demais apresentações, algumas muito boas, e os ótimos textos do Luiz Horta e do Que Bicho não tenham sido discutidos. Meu texto tampouco o foi.
    Creio que a limitação de tempo acabou por impedir o debate. De qualquer forma, algumas questões importantes apareceram e certamente provocarão novas discussões.
    Abraços!

  28. kaki Diz:

    Alhos,
    não estive presente, assisti apenas aos videos disponibilizados pela internet,mas ficou mesmo faltando muito a dizer, acho nem se pode chamar de debate uma vez que cada participante “meio que se apresentou/colcocou”e ficou por isso.
    Os textos enviados ficaram perdidos,como se vcs estivessem sendo castigados pela ausencia.
    O tempo para o publico interagir foi minimo e as questÕes levantadas, assim como a maior parte do teor exposto giraram em torno de critica profissional x “amadora “de restaurantes(novamente voce no foco); quando , acredito eu, os blogs de culinária abrangem universos muito mais amplos e diversificados, igualmente ricos em material para discussÕes sem fim.
    Até a proxima!

  29. alhos Diz:

    Kaki,
    sim, faltou tempo para um debate mais amplo. E era importante que quem estivesse lá pudesse se manifestar.
    Mas acho que ficou o mote para uma futura discussão. E a publicação dos textos (nos blogs do Luiz Horta e do Que Bicho) mostrou, junto com a divulgação do vídeo, que os blogs estão aí para ampliar o debate.
    Abraços!

  30. Daniela Diz:

    Caríssimo Alhos, que texto impecável. Você é um gentleman. Adoro passear por aqui.
    Abraços,
    Dani.

  31. alhos Diz:

    Obrigado, Dani!
    Beijos!

  32. Breno Raigorodsky Diz:

    Vocês gostariam de publicar um artigo sobre rolha que escrevi? Está no Falando de Vinhos, o endereço é http://falandodevinhos.wordpress.com/

  33. alhos Diz:

    Breno,
    tudo bem?
    Obrigado pela dica. E fica o link para quem quiser acessar o texto.
    Abraços!


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