Duas visitas recentes, duas decepções.
* El tranvía, uruguaio, já foi dos meus favoritos. Agradável junção de casas, couvert simpático, atendimento gentil. No entanto, a última visita não animou. Mollejas sem gosto e rijas; fraldinha e cordeiro igualmente insossos. Salvaram-se as batatas soufflées e a porção de linguiça.
* O argentino Pobre Juan, da Tupi, foi superior, mas também não empolgou. Numa das ambientações mais agradáveis da cidade, o salmão estava além do ponto. O ojo de bife veio macio e no ponto certo, porém sem gosto. De novo, a salvação estava nas batatas soufflées crocantes e deliciosas e nas boas porções de morcilla e de linguicinha de cordeiro.
09/11/2010 às 11:42
Alhos, conhece o Parrilla São José? (Jaú x Bela Cintra)
Comi um ancho espetacular lá.
09/11/2010 às 15:48
tudo bem?
depois que descobri o varanda é muito difícil ir à outro lugar para comer carne.
abração!
09/11/2010 às 18:26
Pratos com poucos ingredientes e processos
precisam desesperadamente de insumos realmente de primeira e mão de obra duplamente qualificada.
Pronto falei
Abraço tádzio
09/11/2010 às 19:40
André,
tudo bem?
Fui uma vez, logo que abriu.
Preciso voltar. Passo sempre defronte e penso nisso.
Obrigado pela lembrança.
Abraços!
Julio,
tudo bem?
Concordo plenamente: hoje não há carne como a do Varanda.
Abraços!
Tadzio,
tudo bem?
Como diz um amigo, com o atual conhecimento das formas adequadas de preparar a carne, a grande diferença acaba sendo o próprio ingrediente.
Mas, claro, essa mão de obra qualificada é essencial.
Abraços!
09/11/2010 às 20:38
Alhos
E o 348 da Bahia, será que é bom??A casa pelo menos, ficou linda à noite.
Abs.
Mario
10/11/2010 às 08:48
Olá, Alhos, tudo bem?
Uma pena sobre o El Tranvía… gosto de lá, e os preços são bem melhores que os cobrados por aí. Mas essas derrapadas comprometem.
Sobre o Varanda, a carne sempre foi um espetáculo. Mas no dia das mães de 2007 fui destratado pelo proprietário (história inacreditável), e nunca mais voltei lá.
Abs!
10/11/2010 às 10:37
Mario,
tudo bem?
Muito bonita. Fui só uma vez, num almoço, e achei a comida razoável e o serviço, atrapalhadíssimo.
Preciso voltar, agora com mais calma.
Abraços!
Sergio,
tudo bem?
Torçamos para que o Tranvía se reaprume ou que os erros na minha visita tenham sido exceção.
Lamentável essa história do Varanda. Das coisas que simplesmente não podem acontecer.
Abraços!
11/11/2010 às 11:12
Caríssimo,
tente a Parilla Argentina e nos diga depois o que achou!!! Penso que possa ser gratificante ainda.
12/11/2010 às 08:16
Dória,
tudo bem?
Já tentei e já gostei. Único problema é a distância da minha casa.
Abraços!
12/11/2010 às 10:06
Olá Alhos!
Tive a mesma impressão qdo visitei o El Tranvía….
Adorei uma batata doce assada recheada com gorgonzola, mas a carne em si deixou a desejar….
Abraços!
12/11/2010 às 17:55
Verdade, mas gourmand é um peregrino e qualquer cidade um caminho de Santiago.
12/11/2010 às 20:19
Paola,
tudo bem?
Verdade: uma pena, as carnes; bons, os complementos.
Abraços!
Dória,
certíssimo, apesar de vivermos numa cidade que não incentiva muito os deslocamentos. rs
Abraços!
13/11/2010 às 18:09
alhos eu vi esses dias na net um programa gaúcho o anonymous gourmet com um churrasqueiro gaúcho é claro com uma parrilla uruguaia de primeira linha com direito a paisage do guaiba no fundo da churrasqueira. vai o link http://www.clicrbs.com.br/anonymusgourmet/jsp/default.jsp . ai procura a saga do churrasco. É coisa fina.
nem precisa publicar pó deixar no PVT
Abraços Tádzio
13/11/2010 às 19:40
Não vejo a hora de ingressar no mercado, de forma a apaziguar os percalços na hora de apreciar um belo prato! Um grande abraço! (Vou precisar de sorte
)
14/11/2010 às 10:45
Tadzio,
tudo bem?
Obrigado pela dica.
Abraços!
Rubens,
tudo bem?
Boa sorte, então. Quando (e como) entrará no mercado?
Abraços!
14/11/2010 às 22:39
Assim que me formar (meados de 2011)em gastronomia e passar por um bom restaurante, pois na faculdade tudo são flores! Abraços!
15/11/2010 às 10:05
Rubens,
boa sorte, meu caro!
Abraços!
16/11/2010 às 20:38
Hum. Pena.
A última vez que fui no Pobre Juan da Tupi, e faz pouco tempo estava bom, mas de fato que as entradas são mais empolgantes.
Estava bom o coração de boi grelhado.
17/11/2010 às 00:51
As empanadas e a caipirinha de caju com limão do Pobre Juan são impecáveis…agora, o sistema de espera é de matar.
17/11/2010 às 07:28
Gabriel,
tudo bem?
Provarei esse coração na próxima. Obrigado pela dica.
Abraços!
Wair,
tudo bem?
Nunca posso palpitar sobre sistema de espera porque não espero… Reservo ou chego muito cedo ou procuro outro lugar. Minha paciência para espera é zero.
E ficam anotadas suas dicas. Provarei a empanada.
Abraços!
20/11/2010 às 13:33
Alhos,
Escrevo aqui para parabenizá-lo pelo blog. Sou um grande apreciador da gastronomia e, sobretudo, um grande apreciador de dicas e comentários precisos sobre ela como os seus. Conheci seu blog hoje é já li mais da metade dos posts. Apesar de apenas engatinhar no mundo das delícias culinárias, muito do que disse aqui também me intriga. A questão “bistronomica” é a que mais tem me incomodado. Em todos que conheci o sentimento de fake predomina, da apresentação dos pratos ao serviço “descolado”, apenas meia duzia salva, e mais pela simpatia do lugar do que pela comida.
Outra questão que gostaria de vê-lo tratar são as docerias. Como se faz doces ruins em São Paulo e como gostam de importar coisas de fora, tradições que não são nossas. Nossa cozinha brasileira, tão rica e original em sabores açucarados encontra espaço apenas nos hypes “brigadeiros gourmets” e na doceria Brigadeiro, que eu saiba uma das únicas do gênero. Nos outros lugares apenas redes, galicismos ou Cup Cakes. Uma tristeza.
Bom, mais uma vez parabéns pelo Blog!
Abraço!
20/11/2010 às 14:05
Guilherme,
tudo bem?
Muito obrigado pelos comentário e pela leitura. Volte e comente sempre que puder.
Quanto às docerias: atualmente gosto bastante da Sódoces, do pâtissier Flavio Federico, que fica em Moema.
Acho interessante ver a combinação de referências culturais, mais do que o privilégio ou a exclusividade de uma delas. Creio que a própria onda de brigadeiros que hoje vivemos se vale bastante – e com ganhos – do contato com outras tradições de doçaria. E alguns ingredientes locais – certos frutos amazônicos, por exemplo – vêm sendo regularmente incorporados à doçaria que trabalha com técnicas francesas ou italianas.
Abraços!
05/02/2011 às 17:48
Estive hoje no El Tranvia. As mollejas estavam macias e saborosas, felizmente, bem como o bife de chorizo. Aproveito para lhe perguntar se tem provado mollejas boas aqui em Sao Paulo.
Abcs
13/05/2011 às 15:17
Olá Alhos ,
É uma pena que lugares tão agradáveis deixem a desejar em suas carnes , não é ?
16/05/2011 às 09:09
500,
tudo bem?
Pois é, infelizmente acontece.
Abraços!