Arredores

21/05/2013

 

De repente, não mais que de repente, os arredores de onde moro começaram a abrigar locais de comidas e bebidas.

 

Antes, num raio de, digamos, quatrocentos metros, havia apenas dois botecos (não visitáveis), três cafés (ruins), uma loja de empadas (inexpressiva, e já fechou). Padarias, claro, três ou quatro, mas tenho o capricho de preferir a Caconde, que fica a seiscentos ou setecentos metros e que tem pão de verdade.

 

As boas exceções eram o Estación Sur, a Veridiana, o Saint Louis e, bem mais recentemente, a Tasca da Esquina. Fora eles, como diria Edith Piaf, rien de rien.

 

Mas de repente, não mais que de repente (epa, já usei essa fórmula), brotaram boas comidas e bebidas, ou quase boas, e bem perto.

 

Praticamente defronte a meu prédio, bastando atravessar a rua, uma obra rápida e imensa (demoliram, construíram) gerou o Pão com manteiga. Duas visitas nem longinquamente empolgaram. Mas não deixa de ser uma opção, em caso de urgência urgentíssima.

 

Cinquenta metros ao Norte, sentido Avenida Paulista, a honesta Cave du sommelier não é a loja de vinhos dos sonhos (ainda bem, diga-se de passagem, para evitar falência imediata), mas tem um repertório razoável e atendimento simpático e objetivo. Dois ou três rótulos uruguaios e meia dúzia de franceses justificam a visita, sobretudo se você descobre, na hora h, que o que tem em casa não é o que queria beber.

 

Vinte metros ao Sul, sentido rua Estados Unidos, Dgé, resultado de uma obra lenta (a reforma durou quase um ano), que motivava comentários curiosos e ocasionalmente maldosos na vizinhança. Nasceu com um excelente bartender, que infelizmente durou pouco. A substituta prepara drinks corretos, sem maior destaque. A comida é, no geral, boa, o serviço é gentil, o almoço executivo é honestíssimo, o deque frontal é pequeno e muito agradável.

 

Descem-se mais dez metros pela Alameda Campinas e se chega à doceria May. Doces bem feitos. Carecem de algum refinamento e tendem a exceder no uso do açúcar, mas são bem concebidos e empregam ingredientes de boa qualidade. Atendimento simples e atencioso completam o bom cenário.

 

Nenhum endereço que arrebate, eu sei. Mas de repente, não mais que de repente (ora, de novo!), você se dá conta de que bom mesmo, perto de casa, é ter lugares a que se vá sem grande expectativa, apenas para beber ou comer algo, para espairecer e exorcizar o demônio nosso de cada dia. O resto, como tanta coisa no mundo das comidas e bebidas, é afetação.

 

38 Respostas to “Arredores”


  1. É um alto risco para o colesterol ter restaurantes muito bons, muito perto. Restaurantes têm que estar à distância exata: não longe demais, a ponto de precisarmos do carro; nem perto demais, a ponto de rolarmos até ele com muita facilidade.

    Passam os anos e o hábito de “andar um pouco para fazer o quilo” (https://www.youtube.com/watch?v=pDsj_MLS62o) tem que ficar cada vez maior…

  2. Sérgio S. Says:

    Olá, Alhos, tudo bem?
    Como seu vizinho (moro na Guarará), também percebi uma movimentação nova na vizinhança. Ainda não consegui provar quase nada, mas ter opções próximas é sempre uma boa, ainda mais em tempos de lei seca.
    Concordo quanto ao pão da Caconde e às exceções que você listou. Fui ainda ao Mimo no jantar da última sexta-feira. Não achei de suspirar, mas gostei e acho que tem bom potencial. Além disso, o atendimento foi ótimo, o que certamente conta preciosos pontos positivos.
    Atendimento (muito) deficiente, aliás, foi o fator definitivo que me afastou do Pecorino, ainda que a comida não seja sensacional. Os preços, ao menos, eram honestos (até a última vez que visitei).
    No mais, gosto da comida árabe do Rosima (Pamplona, logo após o Carrefour). Trata-se de uma lanchonete, mais do que um restaurante propriamente dito. Mas a comida é muito boa, e eles têm boas embalagens para você levar para casa. Na mesma linha árabe, mas com mais sofisticação, o Miski também é boa pedida. Gosto mais lá do que do Arábia, mas também é muito caro. Para comprar e levar para a casa, gosto mais do Rosima.
    Abs,
    Sérgio
    PS: Bem que podia abrir uma filial da Marie Madeleine por ali, não?

  3. alhos Says:

    Mauro,
    tudo bem?
    É verdade, voltar para casa andando, além de saudável, é muito prazeroso.
    Abraços!

    Sérgio,
    tudo bem?
    Fui duas vezes ao Pecorino e não fui muito feliz. Gosto do Miski, também. Bom saber que o Rosima está bom, deixei de frequentar há uns anos, depois de umas experiências ruins; obrigado por avisar que as coisas voltaram para os eixos.
    Uma filial da Marie Madeleine seria ótimo. rs
    E seguimos aproveitando e anotando as mudanças na vizinhança…
    Abraços!


  4. Alhos, como seu quase vizinho (moro na José Maria Lisboa com Brigadeiro) partilho da mesma opinião. Não sei se propositalmente, esqueceu de citar o Aizomê. Quanto ao colega que citou o Rosima, concordo com ele, tem sido uma boa opção para uma refeição simples e rápida. Quanto ao Mimo, não me encantou, mas pratica bons preços e também se torna uma opção. Já a Marie Madeleine, seria um sonho não ter que pegar carro pra comprar aquele croissaint maravilhoso. Grande abraço.


  5. Belo texto Alhos ! Ter bons lugares por perto é sempre muito bom !
    Fico feliz em morar perto da loja da Bamberg ! Para quem gosta é uma beleza !

    Abraço !

    Luiz Henrique

  6. Luis Says:

    Alhos
    Na região já me falaram do Cinco Bocas, do lado do St Louis. Mas eu mesmo nunca fui. Você já provou? Abs.

  7. alhos Says:

    Lucas,
    tudo bem?
    Três quarteirões nos separam.
    Esqueci mesmo do Aizomê. É obviamente um restaurante bastante bom, mas acho os preços excessivos – mesmo se comparado a japoneses do mesmo nível.
    Abraços!

    Luiz Henrique,
    tudo bem?
    Obrigado.
    Deve ser mesmo ótimo morar aí; eu me divertiria. rs
    Abraços!

    Luis,
    tudo bem?
    Não provei, não. Também não conheço, ainda, As meninas, na Eugênio de Lima.
    Abraços!

  8. Jana Says:

    Nossa, quase todo mundo aqui é vizinho? rs Também moro na Al. Campinas, só que perto da Jaú.

    Sou fã do St. Louis quando não está lotado (atendimento cuidadoso, prato caprichado e sem grandes demoras).

    Esse ‘As meninas’ que você falou seria o ‘Das Duas’? Se for, tive uma boa experiência por lá.

    E o Insalata? Fora de cogitação?

  9. Marcia Fujii Says:

    Olá, vizinho!
    Uns 500m de Alameda Campinas nos separam.
    Um lugarzinho que abriu recentemente e virei fã foi a Lu Bonometti, vc já foi? Tem café Ily , chocolate quente (ainda não experimentei, mas deve ser bom, pois tem gotas da Callebaut) e uns cookies MARAVILHOSOS. O de gianduia e o de chocolate com limão siciliano são os melhores, mas o páreo é duro.E o preço é muito bom. Aliás com o café, que, se não me engano é mais barato que na Ofner, já vem um mini cookie a sua escolha. Ah, o atendimento é bem simpático, ao contrário da doceira da rede de franquias.
    Não recomendo o “As Meninas”; alguém escreveu uma crítica sobre ele no blog do JB e também dei minha opinião: além da comida ser muito ruim, tem a situação constrangedora de um artista cantando num local tão pequeno e esperando sua “colaboração” já que não cobravam o couvert artístico.
    E, por fim, um lugar feinho, ogro até (está no livro do Barcinsky), mas que a comida é bem honesta é o Cedro do Líbano, em frente ao Carrefour. Eles assam a esfiha que vc escolhe na hora e o quibe é melhor que o da Rosima, na minha opinião.
    Um abraço e continue escrevendo.
    PS: Se é para pedir, eu gostaria de uma filial do Aconchego ou Veloso por aqui, pois não temos na vizinhança nenhum lugar gostoso p tomar uma cerveja e bater papo no final da tarde.

  10. alhos Says:

    Marcia,
    tudo bem?
    Ainda não fui à Lu Bonometti. Passei na porta e fiquei curioso, mas não fui. Bom saber que é gostoso.
    Li a crítica publicada no blog do JB sobre “Das duas” (que chamei erradamente de “As meninas”). Parece que o lugar gera opiniões contrapostas. Resta testar.
    O Cedro do Líbano é outro lugar a que não vou faz tempo. Obrigado pela dica. Voltarei.
    Olhe, quanto à proximidade ou não do Aconchego, não sei se gosto ou desgosto. Seria ótimo, mas perigosíssimo, tê-lo mais perto de casa do que já é. rs
    Abraços!

    Jana,
    tudo bem?
    Pois é, parece que nossos vizinhos estão alertas. Ainda bem.
    Você tem razão, errei o nome: o correto é “Das duas”.
    Acho o Insalata honesto, ocasionalmente como lá. Não o mencionei porque está fora do meu raio de quatrocentos metros; fica a uns quinhentos. rs
    Abraços!

  11. Sérgio S. Says:

    Olá, Márcia e Alhos, tudo bem?
    Não mencionei o Insalata, que é um fenômeno. É um daqueles lugares que vivem lotados, pouco importando o horário do dia ou da noite.
    Recentemente estive lá com minha esposa e um casal de amigos, por escolha deles. Os preços são honestos, mas a comida também não é assim uma maravilha, embora não seja ruim. Agora, ruim mesmo estava justamente a… salada! Nem em casa nós comemos folhas tão murchas e feias. Mandamos voltar e acabamos tendo que trocar o pedido, pois aquilo era “o que tinha”. Isso depois de ter que discutir com a hostess que insistia em passar vários casais na nossa frente. Imaginem que não foi uma experiência exatamente feliz. Uma pena, pois fica virando a esquina da minha casa e, como disse, não abusa tanto dos preços.
    Abs!
    Sérgio

  12. Sérgio S. Says:

    Aliás, esqueci de comentar sobre o Das duas. Acho que o lugar tem até um charme (para alguns), mas a comida realmente não me agradou. Pior que ela, só essa situação constrangedora da pressão velada para que se dê uma gorjeta para o músico que se espreme num espaco de uns 40 cm x 40 cm.
    Queria ter gostado, mas realmente não curti.
    Abs,
    Sérgio

  13. alhos Says:

    Sérgio,
    tudo bem?
    O Insalata é de fato um fenômeno. Lotado em quase todos os serviços.
    Comer com música ao vivo é algo de que normalmente não gosto…
    Abraços!


  14. Sérgio, um pouquinho mais abaixo, na Estados Unidos próximo à Joaquim, está a minha galeria e loja nova. Nao tem comida,mas garanto um cafezinho honesto – e um bolo caseiro as vezes…forte abraço

  15. Didica Says:

    Alhos, também sou sua vizinha. Adoro a baguete da padaria Recanto Doce (sai a partir das 7:00h) da al. Joaquim Eugênio, acho melhor que tudo da padaria da Caconde. O pão francês de lá não vale à pena, é a mesma mistura da Caconde.

  16. alhos Says:

    Wair,
    boa sorte com sua galeria. Dia desses, passo por lá.
    Abraços!

    Didica,
    tudo bem?
    Faz tempo que não vou ao Recanto Doce, que é pertíssimo de casa. O pão francês da Caconde, salvo engano, só é feito com mistura de vez em quando – hoje, por exemplo. Boa, a dica da baguete. Não gosto de nenhuma da baguete da Caconde, inclusive.
    Abraços!

  17. Didica Says:

    Alhos, a baguete fica numa cesta no balcão, ela é comprida e excelente, dá de 10 na baguete daquela patisserie do francês na Jaú. Eu também gostava do pão da caconde, mas, com cada vez mais frequência, eu sinto um sabor estranho, tipo químico no pão de lá.
    Sds,
    Didica.
    PS: Sou sua vizinha, mas aproveitei mesmo foram as dicas de Pinheiros do JB.

  18. Fritz Says:

    Olá, Alhos. Sou seu ex-quase-vizinho, morava do lado do Insalata. Gosto do meu novo bairro, mas te digo: a Caconde faz falta.

    Outro lugar que sinto falta é o Uo Katzo. Fica um pouco mais longe, na Manuel da Nóbrega. É irregular, mas onde mais é possível comer sushis e sashimis frescos de pelo menos 20 tipos de peixes e frutos do mar diferentes por menos de R$ 50?

    O Pecorino foi bom, no começo, quando o chef era outro. Não durou muito. Ele saiu e a qualidade caiu. Uma pena.

    Sobre o Das Duas, eu que escrevi a crítica no blog do JB. Reitero o que disse. Foi imperdoável não só porque o sanduíche estava incomível (não apenas ruim, mas duro como pedra, não dava para mastigar), mas porque a dona fez questão de cobrar o sanduíche.

    Alguém aí falou do Cinco Bocas. Fui uma vez, e achei OK. Parece ser uma boa e honesta opção no almoço.

    Belo texto.

    Abs!

  19. Lara Says:

    Alhos, se eu fosse vc, voltaria a experimentar os doces na May. A maioria dos doces dela tem pouco açúcar, vc deve ter escolhido a opção errada, já que, para agradar o gosto do brasileiro, ela acabou colocando alguns doces mais açucarados. experimente o de mascarpone com goiabada e castanha de baru…imperdível…assim como o de mousse de manga com coco. O de 3 chocolates é feito com chocolate amargo e deve agradar a quem não gosta de muito açúcar…tente novamente…é a minha doceria preferida em Sampa. A dono ficou 2 anos na França se especializando, vale a pena uma segunda chance

  20. Paola Says:

    Sempre leio e primeira vez que escrevo por aqui , acho que por morar na Guarara e falando sobre restaurantes vizinhos , freqüento o Insalatta , Cedro do Líbano ( adoro o quibe), a pizza da Camelo tb me agrada , fora isso fico triste por estar engordando com comida ruim .

  21. alhos Says:

    Didica,
    tudo bem?
    Irei lá. As dicas do JB foram ótimas!
    Abraços!

    Fritz,
    tudo bem?
    Lembro do texto.
    Faz tempo que não vou ao Uo Katzo. Precisaria voltar.
    Abraços!

    Lara,
    tudo bem?
    Fui várias vezes a May. Não provei o de mascarpone com goiabada, que você cita, mas provei a mousse de coco com manga e o de três chocolates e, de fato, achei excessivamente doces. Talvez seja mesmo essa tentativa de responder ao gosto brasileiro. Acho que ela pode se tornar uma ótima doceira, mas ainda falta um pouco.
    Abraços!

    Paola,
    tudo bem?
    A Camelo é boa pizzaria mesmo, embora um tanto irregular. Não a citei porque escapa ao raio que defini. rs
    Abraços!

  22. Paola Says:

    Ahh, Sr. Alhos , estou precisando comer fora do meu ” quadrado” e aproveitar mais o que SP tem a oferecer a essa goiana gulosa. …rs

  23. alhos Says:

    Paola,
    essa é a melhor parte: romper fronteiras. rs
    Abraços!

  24. Paola Says:

    Minha avo sempre dizia: ” apetite significa saúde , doente nao sente fome.” Portanto vamos rompendo fronteiras com um ótimo apetite! Meu desejo da semana , onde encontrar um bom caldo verde ?

  25. alhos Says:

    Paola,
    sua avó, obviamente, tinha completa razão. rs
    Esse desejo, felizmente, pode se resolver nos arredores: Tasca da Esquina, na Alameda Itu, entre Pamplona e Nove de Julho.
    Abraços!

  26. Paola Says:

    Ontem pratiquei as dicas dos ” vizinhos” , bons vizinhos dão melhoria ao comercio da vizinhança . Conheci a paisserie May, por indicação da Lara, a baguete do recanto doce , indicado pela Didica e por ultimo , um vinho para casa comprado na Cave du Sommelier, indicado pelo Sr. Alhos. Foi divertido andar pelos arredores beliscando pao baguete . Ser bairrista tem suas vantagens .

  27. MArcelo Says:

    Recomendo experimentar o Taormina no almoço durante a semana, fica ao lado da Tasca da Esquina.

  28. alhos Says:

    Paola,
    tudo bem?
    E poder circular a pé, meio sem obrigação ou rumo.
    Abraços!

    Marcelo,
    tudo bem?
    Obrigado pela lembrança. Infelizmente as últimas quatro ou cinco vezes que fui ao Taormina foram bastante complicadas. Mas eles têm o melhor cannoli de São Paulo.
    Abraços!

  29. Marcia Fujii Says:

    Olá, eu de novo

    Eu sei que foge à proposta do texto, mas você falou em cannoli e me lembrei da Cannoleria da Casa de Dante, na Frei Caneca.
    Já estive 1 vez na Sicília e nem lá comi tão bons…

    Abs,
    Marcia

  30. alhos Says:

    Marcia,
    tudo bem?
    Sou meio chato com cannoli… Quando provei, não gostei muito dos de lá. Melhores que os do Taormina, em São Paulo, só os que o Flavio Federico preparava. Depois que a loja dele fechou, fiquei órfão.
    Mas você tem razão: na Sicilia, comi cannoli maravilhosos e outros, terríveis.
    Abraços!

  31. Rute Lima Says:

    Oi Alhos, não sei se vc vai ler meu comentário, já estamos em março de 2014. Estava procurando sobre o Dge, que fechou, e achei seu blog. Moro na sua frente, rs. Se vc está em andar alto, talvez já tenha me visto, gosto de tomar o café da manhã no terraço. É aquele prédio feinho, o Raquel, AO LADO do Pão com Manteiga. Tanto para o Arnaldo, dono do Pão, quanto para o Rogério, do Dge, dei um toque, falando para criar um cardápio paralelo, com uma composição mais “dia a dia”. Nenhum dos dois achou a idéia boa, insistiram em suas “criações.”. Um já foi, o outro balança. Espero que o Pão sobreviva, morro de medo de um novo prédio do meu lado, o único lado que ainda me resta. Já escrevi muito, mas estou adorando nossa rua ter tantos restaurantes, até o velho Nipolitano recebe minhas visitas periódicas. Abraços

  32. alhos Says:

    Rute,
    tudo bem?
    Nunca a vi no terraço, mas talvez tenhamos cruzado no elevador: minha mãe mora no seu prédio.
    Fui apenas uma vez ao Pão com Manteiga e não gostei muito. Mas torço pelo sucesso da casa, para poder frequentar mais, para evitar um novo prédio e para que continue a ser restaurante, e não local de festas noturnas, como era no endereço antigo (da Haddock Lobo).
    O almoço executivo do Dgé me parecia uma opção boa, inclusive para assegurar a sobrevivência da casa. Ia com alguma constância lá, para uns petiscos à noite ou para o almoço. Gostava do lugar, da comida e ainda aproveitava a vantagem de poder levar meu cachorro e ficar na parte da frente. Infelizmente não conseguiram sobreviver.
    Mas a região está ganhando novidades interessantes, sim. Na Caconde, além do Mimo, agora temos o Ton Ton. E o Lox Deli, na Batatais quase esquina da Campinas.
    Hora dessas nos encontramos num desses lugares.
    Abraços!

  33. Rute Lima Says:

    Não é loucura minha, já arriscou a feijoada do Kuka Biruta? pois é, sou biruta o suficiente para arriscar nos butecos também, e me dei bem. É muito gostosa, honesta, bem temperada. Tenho um amigo carioca que quando vem a São Paulo não dispensa. Ele vem aqui para casa, pedimos uma ou duas, conforme a platéia, tenho sempre uma Original geladinha. VINTE REAIS, entregue em casa, já pensou? tenho certeza que não, rs.

  34. alhos Says:

    Rute,
    hahaha nunca. Vou a alguns botecos, mas nunca arrisquei ir lá.
    Quem sabe, num dia desses?
    Abraços!

  35. Didica Says:

    Onde fica?

  36. alhos Says:

    Didica,
    qual endereço você quer saber?
    Se forem os comentados pela Rute:
    – o Pão com Manteiga fica na Alameda Campinas, pouco acima da Rua José Maria Lisboa;
    – o Dgé ficava na esquina dessas duas ruas, mas infelizmente fechou;
    – o Kuka Biruta (ao qual, repito, nunca fui) fica na mesma esquina, com entrada pela José Maria Lisboa.
    Abraços!

  37. Didica Says:

    Eu queria saber do Kuka Biruta, obrigada, Alhos.

  38. Rute Lima Says:

    Dica para a Didica: telefone do Kuka: 3052-2772. Mandam até a caipirinha …


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