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Ora, direis…

09/12/2008

Ora, direis, comer hamburger…

Nova visita ao St. Louis.

Dessa vez, tudo ótimo. O hamburger falou mais alto do que os complementos.

O hamburger, sempre crocante, saboroso, no ponto.

O Blue, sem o exageradíssimo sal da outra vez, veio equilibrado.

O Champ, também preciso, com cogumelos saborosos.

A batata, crocante.

No acompanhamento, Heineken na temperatura exata.

Para o atendimento, a gentileza sem exageros do garçom.

Daí é fácil concluir: não perdemos o senso.

 

 

* Como chegar lá (Guia 4 Cantos): St. Louis

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Erro & correção

19/11/2008

O pessoal do The Fifties (Vilaboim) cuida para que um erro não se repita.

Ao ser alertado, no almoço de hoje, que um suco pedido não chegara à mesa, o garçom se indignou justamente: “Mas ele não trouxe!”

E, para garantir que esse tipo de atraso não se repetisse, imediatamente providenciou para que a conta chegasse à mesa.

Antes que a tivéssemos pedido e, principalmente, antes que acabássemos de comer.

O maître, informado do ocorrido na saída, provavelmente achou que a aceleração da conta compensava a ausência do suco e não se preocupou em pedir desculpas.

Pois é.

Breves & Boas

10/11/2008

*

O hamburger de costelinha de porco, novidade no The Fifties, é um achado. Saboroso, macio, com crosta crocante. As batatas fritas que o acompanharam estavam à altura. Só que é caro. É bom, mas continua sendo lanche.

*

A Famiglia Melilli, ai, a Famiglia Melilli. Mas o comentário sobre a casa provisória de Renato Carioni, pós-Cantaloup e pré-Così, não pode ser breve. Só fui uma vez lá e prefiro esperar mais algumas visitas antes de escrever sobre a comida de primeira a preços maravilhosos. Entre essa semana e a próxima, irei mais três ou quatro vezes e escrevo. Afinal, alguém sabe onde se pode comer ovo perfeito com polenta, cogumelos e foie selado por 20 e poucos reais?

*

Nova visita ao Sal. E Henrique Fogaça não estava na cozinha. Isso não é uma crítica. Seria se a qualidade declinasse. Mas não cai. E o Sal mostra, mais uma vez, sua regularidade. Uma equipe afiada, que sabe executar com precisão sem a presença do chef. Toda comida tem um antes: esse antes é a montagem da brigada, e isso também caracteriza o bom chef. Só queria que os chips de alho-porró voltassem ao couvert.

Carne de vaca

27/09/2008

 

Hamburger, sexta à noite, no St. Louis. Quase um clássico. Americano, mas um clássico.

O hamburger é que não é tão clássico assim. Radicalizei e pedi (como quase sempre) o Ranchero Egg: tem chili, ovo frito, cheddar e até carne.

Minha mulher, mais serena, preferiu o House – acho que em homenagem à série de tv. O House é básico com maionese verde. E quanta maionese.

Econômica foi minha filha, que quis um cachorro quente simples, sem mais delongas: pão e salsicha, a seco. Meio sem graça.

Uma pena que o hamburger, tão bom, seja abafado pelos complementos. O chili e o cheddar no Ranchero; a maionese verde no House.

Valeu a pena? Valeu, mas podia ser melhor. Valeu mais pelo milk shake de framboesa e, apesar de doce para cachorro (não quente), o de ovomaltine.

Porque o café, pedido curto, quase transbordava da xícara. E sobremesa, depois de tanta comida, não dava.

Mas que podiam deixar o hamburger falar mais alto, podiam.

St. Louis

Rua Batataes, 242, Jardim Paulista, SP

tel. 11 3051 3435

Como chegar lá (Guia 4 Cantos): St. Louis