Prática desagradável

11/08/2010

 

Respeito  o D.O.M. e quase sempre comi muito bem lá.

Mas fico indignado cada vez que vejo a prática de oferecer taça de champanhe aos comensais, logo que chegam.

Recuso, claro. Na mesa ao lado, um casal estrangeiro aceitou.

Eles deviam ter perguntado o preço? Deviam.

Mas todos sabemos que, por constrangimento ou distração, a maioria não pergunta.

E a surpresa chegou no final: 98 cada taça que, com o serviço, viram quase 110. Duas taças, alguma alegria e duzentos e poucos reais a mais na conta. Ficaram atordoados, claro, depois bravos.

O D.O.M. precisa mesmo disso? Faz sentido?


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54 Respostas to “Prática desagradável”

  1. Fritz Says:

    É roubo. O resto é eufemismo.

  2. jb Says:

    seo alhos,

    tudo bem?

    parabéns pelo texto!

    algumas pessoas fizeram a mim a mesma reclamação sobre o dom. todas não perguntaram o preço por constrangimento e também por achar que o espumante era uma cortesia, já que o serviço deixa isso a entender, segundo eles. de qualquer maneira, é fácil concordarmos que as regras, nesse caso, não são claras. e, me desculpe, não creio em boa fé.

    acrescento que a rede de pizzarias braz tem uma prática parecida. ao término da refeição, um garçom vem à mesa e oferece um “licorzinho”, já com a bandeja cheia de garrafas e taças. claro que cobram.

    prática condenável e é claro que nenhuma casa precisa disso.

    muito menos os clientes.

    abraço!

  3. fernanda Says:

    absurdo! Isso só faz o cliente sentir-se um idiota ao final, qdo a idéia é que ele se sinta especial.
    abs
    Fernanda

  4. alhos Says:

    Fritz, JB e Fernanda,
    obrigado pelos comentários.
    É verdade que isso ocorre em outras casas, como no caso do licor da Bráz.
    Fritz e JB: Não vejo propriamente roubo ou má fé. Vejo como uma estratégia de sugerir acolhimento privilegiado e, ao mesmo tempo, ampliar a margem de lucro da casa em itens que podem subvencionar outros custos.
    Nos dois casos, porém, parece-me um equívoco – pelo motivo que a Fernanda apontou e pela posição desconfortável em que coloca o cliente. Na prática, não deixa de ser uma relação de venda, embora distorcida, pois as regras não são explicitadas.
    Além disso, creio que vulgariza a imagem da casa e provoca desconfiança, dois efeitos incompatíveis com a qualidade do trabalho desenvolvido.
    Abraços!

  5. Ju Tedesco Says:

    Alhos,

    a prática é no mínimo desrespeitosa, porque eles sabem que a maioria das pessoas não pergunta o preço do “agrado”.

    Muito bacana você, que tem um blog acessado por centenas de pessoas, chamar a atenção para a questão.

    Obrigada!

  6. Dimas Says:

    Alhos, talvez isso seja até ilegal. Qualquer loja, por exemplo, não pode expor nenhum produto na vitrine sem colocar o preço. É mais ou menos a mesma coisa no caso dos restaurantes pois eles estão vendendo um produto sem informar o preço. (Ou até um pouco pior pois em certos casos eles nem deixam claro se é uma venda ou uma cortesia.) Mas, mesmo que não seja ilegal, não deixa de ser uma prática extremamente desagradável. Acho que são coisas como essas que engordam o bolso do dono hoje mas fazem com que o cliente não volte ao estabelecimento amanhã. Abraços!

  7. Fernando Says:

    Seo Alhos, acho que é má fé, sim. Ninguém vai ao DOM preocupado com o preço do couvert e se o espumante fosse vendido a R$ 25 seria uma bobagem. Ainda de má fé, mas uma bobagem. Mas a R$ 110 a taça é um absurdo. Por R$ 200 você compra a garrafa de Taittinger na Expand, por exemplo. Não sei o que eu faria nesse caso, mas acho que se caísse nessa cilada, não pagaria. O Luis Americo sempre diz que não saímos de casa para nos aborrecer e esse é o típico caso que estraga a semana.

    Abraço.

  8. alhos Says:

    Ju, Dimas & Fernando,
    obrigado pelo comentários.
    O problema está, a meu ver, na falta de clareza das regras do jogo.
    A recomendação óbvia é: quando for a um restaurante e lhe oferecerem algo sem dizer que é uma cortesia da casa, pergunte o preço. Mas todos (comensais e restaurateurs) sabemos que o constrangimento é inevitável.
    Abraços!

  9. jb Says:

    seo alhos,

    prometo não me alongar sobre esse assunto desagradável.

    mas, independente de existir má fé ou não, onde não há clareza reina a desconfiança.

    bom seria se os restauradores em questão lessem seu texto e deixassem de praticar esse desserviço!

    isso sim seria sinal de boa fé!

    abraço!

  10. alhos Says:

    É isso, JB. Tomara.
    Abraços!

  11. Carlos Says:

    Parabens pelo post!
    Eu chamo isso de pilantragem…

  12. Babi Says:

    E ainda tem o pequeno truque psicológico de cobrar R$ 98. Se é para cobrar cem reais, por que não cobrar R$ 100?

  13. raphael civille Says:

    my dear garlic,

    tomei a liberdade de mandar seu post para os contatos do d.o.m e para a assessoria de imprensa,

    abracos !

    raphael civille

  14. Cassius Says:

    Que absurdo!

    Isso é absolutamente ilegal… Com certeza a prática leva a crer ser uma cortesia…

  15. alhos Says:

    Carlos, Babi, Raphael e Cassius,
    obrigado pelos comentários e, ao Raphael, pelo envio.
    Prefiro sempre acreditar que a estratégia, mesmo quando me parece equivocada, não tenha má intenção por trás.
    Mais do que polianice, é uma tentativa de compreender a lógica comercial que motiva uma prática como esta – inclusive na definição do valor cobrado, como a Babi destacou.
    Abraços!

  16. J. Says:

    Alhos ,concordo com vc,não há má intenção no ato ,até porque não há sopa de graça ,quem considera uma cortesia também acredita que o cafézinho oferecido no final do jantar também é de graça. Quase todos restaurantes “finos”perguntam se o cliente deseja um drink antes de qualquer coisa ,por que oferecer uma champanhe seria diferente?Quando fui a última vez ao DOM também me ofereceram e não aceitei,jamais imaginei que estariam oferecendo uma cortesia ,se fôsse, o garçom seria o primeiro a avisar e eu a teria bebido.A prática não é errada ,excorchante é o preço ,simplesmente abusivo.

  17. Cabral Says:

    é aquela velha malandragem brasileira…Vou jogar a isca ali, se alguem morder melhor pra mim. O pior é que depois de cair no golpe, fica aquela sensacao de que o errado foi voce mesmo, pos deveria ter perguntado o preco antes… é o fim da picada.

  18. alhos Says:

    J. e Cabral,
    obrigado pelos comentários.
    A oferta é ambígua, diferentemente da do cafezinho ao final da refeição. Acho que pode, sim, ser tomada como cortesia da casa.
    De qualquer forma, no caso, duas coisas são certas: o preço é excessivo e a prática, além de deselegante, pode fazer com que o cliente perca confiança na casa.
    Abraços!

  19. luiz c. Says:

    fat Duck garrafa de taittinger 59 libras (R$163,00).

    São Paulo passou a ser uma das cidades mais caras do ocidente para restaurantes, pena que a qualidade não seguiu os preços.

    Isso é roubo sim, não no sentido jurídico mas no sentido moral.

  20. alhos Says:

    Luiz,
    tudo bem?
    Os preços de restaurantes no Brasil são de fato muito altos.
    Esta, aliás, é uma discussão que precisa ser feita sem que incorramos na eleição prévia de vilões e mocinhos. São inúmeros os fatores que provocaram essa elevação de preços e envolvem, a meu ver, desde valores culturais até o famoso e não negligenciável custo que a falta de serviços públicos adequados provoca.
    Abraços!

  21. Semiramis Says:

    Má fé é pouco, isso é praticamente um roubo!

  22. Mario Netto Says:

    Sou do tempo em que cafezinho ao final da refeição era cortesia da casa…

  23. Lauro de Oliveira Machado Jr Says:

    Além da falta de ética, induzir o consumidor ao erro, é sim, desonesto e ilegal.
    Basta uma rápida leitura para constatar as inúmeras infrações ao do CDC, em especial aos arts 6, item IV, 31, 39, item III.
    É, tambem, visivel o constrangimento causado aos clientes.
    Todo o resto é dialetica e exercício de retórica.


  24. Boa tarde!
    Você tem algum e-mail para contato?
    De que cidade são os colaboradores?
    Aguardo!

  25. alhos Says:

    Semiramis e Lauro,
    obrigado pelos comentários.
    Abraços!

    Mario,
    é verdade, nem me lembrava que um dia o cafezinho já foi de graça. Mas não era espresso… rs
    Abraços!

    Ricardo,
    tudo bem?
    De São Paulo e o email é alhospassas@uol.com.br
    Abraços!

  26. tadzio Says:

    não precisa publicar SR. alhos mas eu não podia perder a piada

    Deve ter sido bem chato fazer esse comentário.

    Muito bom vê-lo na ativa.

    Abraço Tádzio

  27. alhos Says:

    Tadzio,
    tudo bem?
    Obrigado pela gentileza de me deixar a vontade para publicar ou não o comentário anterior.
    Preferi não fazê-lo. Sigo a velha lição de François Simon: falo de lugares, sem personalizar as críticas.
    Abraços!

  28. Pratada Says:

    O que posso dizer? Resumidamente… Um absurdo!

  29. alhos Says:

    Pratada,
    obrigado pelo comentário.
    Pois é…
    Abraços!

  30. Fabio T. Says:

    Provavelmete nao deve ser mah feh, mas a 98 reais a taca, seria mais prudente oferecer o cardapio com precos antes e soh depois disso oferecer o champagne. Ano passado estive em Paris no Guy Savoy e no Le Cinq e ambos trazem um carrinho com champagne e perguntam se vc quer, antes mesmo do cardapio vir, mas eu nao tive duvida que seria cobrado.

  31. alhos Says:

    Fabio,
    obrigado pelo comentário.
    O problema, creio, é que o gesto é mascarado de sofisticação, mas na verdade é deselegante.
    Abraços!

  32. Helena Gasparetto Says:

    Como ja sou escolada para essas coisas, no matter where I am, eu sempre pergunto antes: -“É cortesia”? E faço aqueeela carinha de desconfiança… Pronto… Vergonha é não saber se defender…

    Beijo!!
    Lena

  33. Sérgio Afonso Says:

    É, alhos… Seria muita ingenuidade realmente acreditar que seria uma cortezia. E por R$ 98,00, deveriam apresentar a garrafa para o cliente, né ? Pois deve ser um excelente champagne ou espumante. A apresentação já daria ao cliente uma noção do preço. Mas concordo que não deveria haver qualquer constrangimento em perguntar o preço de qualquer coisa. Eu não tenho, pergunto, pois sei o valor de cada real que gasto. Em Março, em visita à SP, fui até D.O.M. e tomei um vinho branco muito bom e lembro que na ocasião não perguntei o preço por distração(Estava concentrado na companhia) e agora vejo o risco que eu corri. Achei o preço da taça de R$ 35,00 reais caros, mas aceitável por ser um bom chardonnay chileno que combinou muito bem com o Peixe que comíamos.

    Agora, vendo pelo lado do restaurante, eles têm que dar um jeito de informar o preço dessas coisas de forma que não ofenda. Digo isso, pois conheço algumas pessoas que se ofendem quando o garçon fica falando muito de preço. Já ouvi: “Será que este garçon acha que eu não tenho dinheiro para pagar a conta?”

    Mas claro que o legal mesmo é informar o preço seja lá qual a forma e o valor..

  34. alhos Says:

    Lena,
    tudo bem?
    É isso: perguntar sempre que houver dúvida.
    Beijos!

    Sérgio,
    tudo bem?
    Se não me falha a memória, era Moet & Chandon, básico, cerca de 180 reais a garrafa, no varejo.
    Abraços!

  35. tadzio Says:

    Eu sou tri fã do Atala pago pau para ele desde que eu comecei a cozinhar e talz.
    Mas quando o cara vira “unanimidade” ele tem que cuidar mais mais deste tipo de coisa.
    Muito chato mesmo.
    Grande abraço seu Alhos.
    Tádzio

    Ps: o JB até que foi suave né?

  36. alhos Says:

    Tadzio,
    tudo bem?
    A exposição, sobretudo se excessiva, traz muitos perigos.
    O JB foi bastante elegante.
    Abraços!

  37. José Luiz Says:

    É má-fé mesmo. No Emiliano, melhor restaurante de SP da atualidade, pela cozinha, serviço e preço, a taça de espumante é cortesia, quer dizer, faz parte do couvert, que não se limita a pães com manteiga. Sempre há alguma novidade que o chef ‘oferece’. E eles não cobram rolha. Depois de alguns anos, estava começando a ficar com vontade de voltar ao DOM. Desisti novamente….

  38. alhos Says:

    José Luiz,
    tudo bem?

    Veja só: em minha última visita ao Emiliano, minha mulher e eu pedimos que dividissem os pratos (primeiro e segundo). O garçom aceitou.

    A surpresa veio na hora da conta: tudo cobrado em dobro. Perguntei ao maître o que ocorrera e ele me informou que a “política da casa é não dividir pratos”; portanto, serviram um para cada um e cobraram tudo.

    Depois de alguma discussão, o maître reconheceu o “erro do garçom” e dispôs-se a fazer a correção. Sem me consultar, lançou a conta pela segunda vez no meu cartão (agora cobrando apenas os dois pratos pedidos), voltou à minha mesa, sentou-se e me informou o que fizera. Disse também que não podia reverter a primeira cobrança, porque o “sistema de cartões da casa não permitia”.

    A saída? Eu devia me registrar como hóspede do hotel e três dias depois retornar para retirar o valor da primeira conta debitada.

    Não fiz isso, obviamente, e fui embora. Passara-se uma hora desde que eu acabara o jantar e já estava suficientemente enjoado com o mau atendimento e o destrato.

    Má fé?

    Não creio. Mas certamente estamos longe da melhor forma de atender os clientes.

    E acho que há uma semelhança entre essa história e o que ocorreu no DOM: a casa protege de todas as formas o seu ganho – chegando a ponto de sugerir uma cortesia (caso do DOM) ou negligenciar informações e achar que é uma boa saída fazer o cliente se hospedar falsamente e retornar depois para retirar o que lhe foi cobrado indevidamente (Emiliano).

    Gosto da comida do Baratino e acho que ela está mesmo entre as melhores de São Paulo, embora discorde de você quanto aos preços, que são altos demais, e, como pôde ver, quanto ao serviço.

    Abraços!

  39. marcelo Says:

    Seo Alhos, muito prazer, Marcelo.

    Acompanho suas aventuras sem me manifestar, porém desta vez tenho algo a acrescentar: em casos de duplicidade de cobrança, basta ligar para seu operador de cartnao de crédito e solicitar o cancelamento do débito. Existe algum trâmite do tipo mandar uma carta por fax, se não me engano, mas vale a pena. é rápido e não fazem muitas perguntas não. Claro que o restaurante pode questionar o cancelamento, mas certamente isso não aconteceria nesse caso.

    Um grande abraço!

  40. alhos Says:

    Marcelo,
    tudo bem?

    Agradeço sua leitura. E se manifeste sempre que quiser!

    Sim, sei disso. Evidentemente haveria o cancelamento – por iniciativa do restaurante ou não. Todo o entorno é que foi desagradável – desde a aceitação de um pedido que contrariava “as regras da casa” (o que é um erro grave de serviço) até a incrível demora (uma hora) na tentativa de resolver o problema, a segunda cobrança no cartão (sem que me consultassem antes) e a saída rocambolesca de me transformar em hóspede fictício do hotel para resolver o problema.

    No caso, havia ainda um agravante: esta visita foi feita por ocasião do Prêmio Paladar, de que fui jurado na edição de 2009. O cartão utilizado, portanto, não era meu; era o que o jornal oferece aos jurados para que paguem suas despesas nos restaurantes indicados. Eu não tinha, portanto, acesso à administradora do cartão. Restou-me, como alternativa, alertar o jornal sobre o ocorrido e relatar a dupla cobrança. Coincidentemente ou não, dois dias após eu ter informado o jornal, o restaurante telefonou-me, avisando que havia resolvido o problema e estornado ambas as cobranças.

    Abraços!

  41. marcelo Says:

    Rapaz, tudo isso por um jantar… por essas e por outras eu e minha namorada decidimos que vamos aprender a cozinhar. Além de evitar situações assim, da para se divertir bastante!

    Até mais!

  42. alhos Says:

    Marcelo,
    tudo bem?
    Nem sempre é assim…
    Na verdade, raramente tenho problemas em restaurantes e ainda mais raramente reclamo.
    Nos últimos dois anos, tempo aproximado de vida deste blog, acho que vivi umas quatro ou cinco situações de desconforto, não mais.
    Mesmo assim, é sempre bom aprender a cozinhar e comer em casa.
    Abraços!


  43. Quem sempre frequenta restaurantes, geralmente recusa este tipo de abordagem , sem constrangimentos. Outro dia, um casal jovem aceitou o champanhe oferecido em um restaurante em Curitiba. Eles pensaram que fazia parte do couvert, que para eles, já era bastante caro. No final, a conta foi o dobro do que imaginaram. Moral da história, nunca mais voltaram ao restaurante, que por sinal é muito bom, mas peca nestes quesitos.
    Um abraço

  44. alhos Says:

    Ana Teresa,
    tudo bem?
    Pois é, uma prática que poderia ser simpática, mas provoca efeito contrário.
    Abraços!

  45. Marco Antonio Cunha Says:

    Quase aconteceu isso comigo. Pegou na trave. Quando vieram trazer, perguntei se era cortesia. O atendente meio sem graça, falou o preço. Recusei.
    Essa prática, infelizmente, é normal, qualquer restaurante de bairro oferece o couver (meia dúzia de azeitonas + uma torrada + dois ovinhos de codorna) e cobra seus R$ 12 ou R$ 13 por pessoa. É pouco, mas se não quero, preciso mandar tirar da mesa, pois você está sentando, já colocam na mesa.
    O negócio é ter mais cara de pau do que eles.

  46. Marco Antonio Cunha Says:

    Alhos, essa história de dobrar a cobrança no cartão está virando moda.
    Uma vez, no Fred (BH), passaram o cartão duas vezes, pediram desculpas, falaram que cancelaram, coisa e tal.
    Chegando em casa, ligo para a administradora e não haviam cancelado nada.
    Aí fui mais cara de pau que eles, disse que não reconhecia nenhuma das duas compras e ambas foram canceladas.
    Aí a dor de cabeça passou a ser deles. Me ligaram, fui lá e acertei.
    Tem que ser cara de pau igual a eles, infelizmente.

  47. Marco Antonio Cunha Says:

    Alhos, essa história do cartão está virando moda também. Lançam duas vezes, falam que estornam e não estornam.
    Uma vez no Franz , me enchi e disse: Imagina, não tem problema.
    Liguei para a operadora e disse que não tinha feito compra nenhuma.
    A partir daquele instante, a dor de cabeça passou a ser deles. Correram me ligar e resolvi.

  48. alhos Says:

    Marco Antonio,
    tudo bem?
    Obrigado por seus comentários.
    Tendo, nos dois casos que relatei, a acreditar mais em incompetência e desrespeito ao comensal do que em má fé.
    De qualquer forma, nestes casos e nos que relata, o resultado é sempre desagradável para o cliente e ruim para a imagem da casa.
    Abraços!

  49. alex Says:

    Pessoal o DOM não é restaurante pra classe média, quem toma susto em pagar 110 numa taça de champanhe tá frequentando um lugar que não faz parte da sua realidade econômica.
    Eu sou de classe média e tenho a consciência que não tenho poder aquisitivo pra comer no DOM, mesmo assim quero ir lá pelo menos uma vez na vida e qdo eu for vou preparado pra gastar uma grana forte.
    Então é isso, não vim provocar confusão, apenas expressar a realidade. (quer comer em restaurante de grife? vá pronto pra ga$tar)
    abraços a todos!

  50. alhos Says:

    Alex,
    tudo bem?
    Anotada sua opinião, da qual obviamente discordo.
    Qualquer serviço, independentemente do público a que se destina, deve deixar as regras e preços claros.
    Conheço diversos frequentadores habituais do DOM, que vão lá para comer a comida (quase sempre) boa da casa, mas nem por isso estão dispostos a gastar, numa taça, o valor quase equivalente ao de uma garrafa da bebida.
    Abraços!

  51. Fábio Says:

    alhos,
    estou pensando em dar uma segunda chance ao d.o.m. Você poderia me indicar alguns dos pratos imperdíveis da casa?
    grato!

    ps: o seu texto sobre o restaurante da roberta trouxe à tona todos aqueles belíssimos pratos da minha memória! você tem maldade no coração! 🙂

  52. alhos Says:

    Fábio,
    tudo bem?
    Obrigado.
    O D.O.M., apesar do preço atual, ligeiramente estapafúrdio, merece todas as chances.
    Só uma vez comi à la carte. Nas demais, sempre segui a degustação.
    E acho que meu prato preferido, lá, de todos os tempos não está mais no cardápio. Eram vieiras no leite de coco e num óleo de canola previamente temperado e curtido.
    As ostras empanadas são sempre um clássico. E a coxa de pato, irresistível, assim como o javali com mandioca. Se a paca estiver no cardápio (é sazonal), também não deixe de provar.
    Abraços!

  53. Fábio Says:

    Alhos,

    obrigado pelas dicas! Mesmo. Principalmente pelas vieiras no leite de coco, um dos melhores pratos do jantar.
    como você mencionou anteriormente, ele não está presente no cardápio, mas fiz a menção ao garçom que, após uma breve conversa com o alex, trouxe a belezura.

    abs!

  54. alhos Says:

    Fábio,
    que bacana que deu certo e ainda pôde provar as vieiras!
    Delícia.
    Abraços!


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